Categoria: Saúde Geral

Creme de Assaduras Desitin: Aprovado!

Creme de Assaduras Desitin: Aprovado!

escrito por Isa Ferreira 3 de junho de 2018
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Os cremes de assadura da marca Desitin são os mais recomendados pelos pediatras americanos e estão entre os mais vendidos do país.

Entre as brasileiras é um queridinho que recheia a mala de mães e pais que optam por fazer o enxoval do bebê nos Estados Unidos.

A marca Desitin apresenta os seus cremes de assadura em três versões: Rapid Relief (azul), Maximum Strength (roxa) e Desitin Multi-Purpose.

Por aqui, usamos duas: a Rapid Relief que é apresentada em um pote com tampa e escritas em azul e a Maximum Strength, apresentada na cor roxa. É comum as mães se referirem a eles como o (creme de assaduras) Desitin azul e o Desitin roxo.

Para mim as maiores vantagens desses cremes de assadura são rendimento e eficácia, o que os torna um sucesso de vendas.

A grande diferença entre as versões de Desitin roxa e azul é a quantidade de Óxido de Zinco, componente adstrigente e antisséptico, que protege e cicatriza a pele, presente na maioria das pomadas contra assaduras. Na Rapid Relief (azul), que é a mais suave, a proporção de Óxido de Zinco é de 13%, enquanto na Maximum Strength (roxa) ela é de 40%.

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1) Creme de Assaduras Desitin Rapid Relief Cream (Azul)
O creme de assaduras Desitin azul promove o alívio de assaduras e ajuda a reduzir a vermelhidão e irritação da pele do bebê.

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O Desitin Rapid Relief tem textura cremosa, semelhante a um mousse denso. Apresenta boa cobertura da pele, mas, ainda assim, pode ser facilmente retirado com o lenço umedecido. É praticamente inodoro e a fórmula é hipoalérgica.

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É mais fácil de espalhar e retirar da pele do bebê, quando comparada à versão roxa, pois não impregna tanto na pele.

Abaixo estão algumas fotos do produto aplicado e da pele limpa com lenço umedecido Huggies.

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Por tudo isso e por ser extremamente econômico, gosto de usar a Desitin Rapid Relief (Azul) no dia a dia, como forma de prevenir as assaduras.

Um querido casal de amigos trouxe dois potes de uma viagem que fizeram à Flórida. O primeiro pote durou muito, cerca de 11 meses. Foram utilizados diariamente em nossas filhas gêmeas, em 95% das trocas de fralda que eram feitas em casa. Isso, levando-se em conta que bebês recém-nascidos e até os 6 meses de idade costumam trocar muitas fraldas e, consequentemente, usar muito creme de assadura.

Atualmente, elas estão com 2 anos e 2 meses e estamos com 1/3 do segundo pote. Como elas passam o dia na creche, desde fevereiro, ele tem sido muito menos usado.

Foi o nosso creme de assaduras escolhido para as trocas diárias feitas em casa. Ele é muito econômico e tem um custo x benefício sensacional.

Para os passeios usamos o tubo de Bepantol Baby, nosso queridinho.

2) Creme de Assaduras Desitin Maximum Strength (Roxa)
É a versão de Desitin para tratamento e prevenção de assaduras.

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O Desitin roxo tem maior concentração de óxido de zinco (40%) que forma uma barreira protetora para a pele do bebê, ajudando a cicatrização da pele.

O Desitin Maximum Strength também pode ser usado como um creme de prevenção. Por aqui, limitamos o seu uso para os momentos em que as meninas estão assadas.

Ele é mais espesso e não sai com tanta facilidade, a meu ver um problema para o uso diário. Na tentativa de retirar o produto por completo, podemos irritar a pele do bebê.

Entretanto, é extremamente eficaz para promover a cicatrização da assadura. Sempre que as meninas começam a apresentar algum início de assadura (quando a pele está vermelha na região), passamos a usar o Desitin Maximum Strength (roxo) até ficarem curadas.

Outra razão para limitar o uso do Desitin roxo é que sua fórmula contém mais químicos.

A textura da pomada roxa é bem mais densa e ela apresenta um cheiro parecido com o do Hipoglós.

Por aqui, tivemos sempre muito cuidado com as trocas e, como resultado, elas desenvolveram poucas assaduras.

Mas sabemos que alguns bebês desenvolvem assaduras por diversos motivos, mesmo quando suas mães e demais envolvidos têm todo o cuidado do mundo. Por isso, essa e outras pomadas podem ser um grande aliado no tratamento.

O pote que tínhamos de Desitin roxo foi doado para uma amiga que estava grávida. Em dois anos, não cheguei a usar um décimo do pote. Só retirei um pouquinho para o caso da Alice apresentar alguma ocorrência de assaduras, tendo em vista que a Lara já iniciou o desfralde.

3) Creme de Assaduras Desitin Multi-Purpose
Essa é a versão menos conhecida e difundida entre nós brasileiros. Foi a última a ser lançada também. É um creme que ajuda a proteger e tratar as assaduras e é mais suave que a versão roxa. Sua fórmula contem vitaminas A e D e é hipoalergênica.

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Não chegamos a testá-la, mas os comentários na Amazon.com são muito positivos. Sendo usada inclusive por atletas e praticantes de esportes, que por aqui costumam usar vaselina.

Onde encontrar o Creme de Assaduras Desitin e quanto custa?
Há algum tempo já é possível encontrar o Desitin roxo e o azul sendo vendidos em tubos nas farmácias do Brasil. Mas, pela internet é possível encontrar o pote para venda.

Em abril de 2018, encontramos o pote de 454g (16 OZ) de Desitin Rapid Relief (Azul) sendo vendido entre R$130 e R$211. A mesma quantidade de Desitin Maximum Strength (Roxo), foi encontrada por R$289.

O Desitin Multi-Purpose nunca vi sendo comercializado em farmácias, mas é possível encontra-lo para venda pela internet. Pelo que eu li nos comentários de compradores na Amazon.com ele não é fácil de achar nem lá fora. Em abril de 2018, encontramos o tubo de 99 gramas, sendo vendido entre R$75 e R$125.

Os Riscos da Exposição Excessiva ao Sol

A exposição ao sol é cumulativa; a cada vez que a pele é exposta ao sol, os danos causados se acumularão durante toda a vida do indivíduo, ou seja, danos causados na adolescência se manifestarão com o envelhecimento, predispondo a riscos como o câncer de pele.

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Na época em que a pele clara era considerada ideal e desejável, ainda não se conheciam os riscos da exposição ao sol, mas a partir do momento em que o estilo de vida foi modificando, surgiu também a preocupação com o câncer de pele e sua associação ao sol.

Os primeiros protetores solares só surgiram nos anos 70 e desde então há uma crescente evolução, mas mesmo assim estima-se que apenas 22% da população brasileira use filtro solar.

Muitos dos danos causados pelo sol ocorrem nas primeiras décadas de vida, época onde mais se expõe ao sol, e com o envelhecimento, esses danos aparecem em áreas expostas cronicamente. Podem surgir manchas escuras, agravamento dos cloasmas e melasmas, danos ao DNA celular, a pele tornar-se espessa, as rugas se tornarem mais profundas e os riscos de aparecimento de carcinomas e melanomas.

Pesquisas mostram que a infância é uma fase particularmente vulnerável aos efeitos nocivos do sol, pois as crianças se expõem anualmente ao sol três vezes mais que os adultos. No Brasil, o câncer mais freqüente é o de pele, que segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer) corresponde a cerca de 25% de todos os tumores diagnosticados em todas as regiões geográficas, e a radiação ultra-violeta proveniente do sol é o seu maior agente etiológico. Isto deve-se ao fato de que mais

de 50% da população brasileira possui pele clara e se expõe muito ao sol, seja por trabalho, seja por lazer, e o país situar-se geograficamente numa zona de alta incidência de raios UV.

Além disso, ocorre dano ao tecido conjuntivo da derme e as fibras elásticas ficam mais espessas, emaranhadas e se degeneram, fazendo com que a pele perca sua elasticidade e firmeza. A ação do sol na pele também pode degradar o colágeno e, juntamente com a perda das fibras elásticas, resultar em uma pele de aparência amarelada e ressecada.

A exposição aos raios UV também diminui a concentração de antioxidantes, que são substâncias que combatem os radicais livres, alterar a microcirculação da pele e levar a uma perda de água transepidermal maior.

O sol é ainda responsável por agravar certas doenças ou por causar danos esporádicos como as queimaduras solares, insolação, herpes labial e o lúpus eritematoso.

Portanto, para a prevenção não só do câncer de pele como também das outras lesões provocadas pelos raios UV, é necessário evitar a exposição ao sol sem proteção. O uso de chapéus, guarda-sóis, óculos escuros e filtros solares durante qualquer atividade ao ar livre, bem como a exposição em horários em que os raios ultravioletas são mais intensos, ou seja, das 10 às 16 horas, são imprescindíveis para se evitar qualquer problema futuro.

É necessário ainda ter cuidado em regiões de grandes altitudes. A cada 300 metros de altitude, a intensidade da queimadura produzida na pele pela luz ultravioleta aumenta em 4%. A neve, a areia branca e as superfícies brancas são refletoras dos raios solares. Assim, nessas condições, os cuidados devem ser redobrados.